4.5.12
hoje a vontade e a necessidade de escrever percorreram todos os poros do meu corpo, chegaram ao cérebro e fizeram com que ele parasse. agi involuntariamente, pegando no primeiro caderno que vi e na caneta que se encontrava mais perto... hoje preciso de me libertar, de me encontrar com as palavras que sempre me conheceram melhor do que ninguém. preciso, acima de tudo, de me encontrar comigo mesma. preciso de me colocar em frente ao espelho e de reviver a história do inicio, aquela que faz parte de mim à cerca de dois anos e que, até hoje, nunca mais me deixou. a minha história, a nossa história. aquela que continuamos a viver todos os dias. mas a razão pela qual me encontro aqui no meio é... será que a vivemos da mesma maneira? tu e eu... quero dizer, será que sentimos as coisas da mesma maneira? estes últimos dois dias tenho achado que não. talvez por não estarmos tanto tempo juntos. e tu sabes que eu estou habituada a ter-te sempre presente. estou a ficar doentia, suponho. mas não há nada que eu queira mais do que estar bem contigo, sentir-te sempre bem e feliz ao meu lado. ver a tua cara quando estás preocupado, quando estás triste ou contente. ver a tua cara quando te apaixonas ainda mais um bocadinho por mim e quando acordas de manhã. ver a tua cara quando me dizes alguma coisa que sabes que não vou gostar ou quando me dizes a coisa mais liiiiinda do mundo. ver a tua cara enquanto estás a dormir e quando estás chateado. e hoje sinto-te assim, chateado. sinto-te estranho, bastante longe de mim. porquê? porquê? eu sei que agi tão mal hoje de manhã. e desculpa por às vezes ser tão dura contigo. desculpa pelas minhas birras que muitas das vezes conseguem estragar tudo. desculpa pelos meus cíumes rídiculos. desculpa por me ter tornado tão insegura. desculpa pelas minhas atitudes sem pés nem cabeça. desculpa por tudo e até mesmo por nada. desculpa por te amar tanto como amo. :'c
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